Um poeta que (en)cantou o mundo/A poet who (en)chanted the world

Os 70 anos de Belchior. Sem direito a comemoração | VEJA

Estava mais angustiado que o goleiro na hora do gol. Assim me senti ao terminar de ler agora a biografia do cantor e compositor Belchior, “Apenas um rapaz latino-americano”, escrita pelo jornalista Jotabê Medeiros. Belchior foi, mais do que cantor, mais do que músico, mais do que pintor, um poeta, que musicou angústias, amores e protestos. E sua música traduziu um pouco dos conflitos e embates que teve com Caetano Veloso e, principalmente, com o conterrâneo Fagner. Um livro que certamente vai agradar aos fãs do músico cearense e vai ser um boa porta de entrada ao infinito universo deste Bob Dylan brasileiro. Na próxima edição da Revista “Germina”, publicarei, na minha coluna lá, uma resenha crítica sobre esta biografia. Por enquanto, deixo a sugestão, para a leitura ficar mais gostosa, de ler o livro e ouvir as músicas de Belchior ao mesmo tempo.  

English: I felt somehow disturbed after reading Belchior’s biography “Apenas um Rapaz Latino-Americano” (“Just a Latin American Boy” – title of one of his songs). Belchior was much more than a singer: he was a composer and a painter, but, above all, he was a poet. Considered by himself the Brazilian Bob Dylan, Belchior’s songs are a bridge that connects him with love, with his city, his country, his time and his past. I will elaborate all of these ideas shortly in my column, which will be published in the next issue of the “Germina” magazine.

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