Obra

LIVROS

“Rua Direita” é um romance que se passa em um dia qualquer (talvez algumas horas) na vida de um homem na rua Direita, no centro da cidade de São Paulo. Ele tem fome e busca se alimentar. Durante sua busca, o protagonista vê desfilar pela rua, de forma desordenada como a arquitetura da cidade de São Paulo, várias manifestações e aspectos da cultura brasileira, como o carnaval, o futebol e as injustiças sociais. A fome do personagem principal é uma referência à Antropofagia, de Oswald de Andrade.  A narrativa está amarrada por uma cachoeira de citações e referências literárias, musicais, cinematográficas, artísticas e históricas, construindo uma espécie de teia sobre a qual se tece o enredo.

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“O Livro que não Escrevi” é um livro de contos com um viés existencialista e metalinguístico, refletindo sobre o ato de escrever e sobre os conflitos da existência humana. Os contos estão elaborados em uma prosa poética, com aliterações, metáforas e, muitas vezes, com rimas. Brincam com a existência da vida e com a existência do livro e da escrita, questionando, através de um niilismo literário, a existência humana.

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Em apenas algumas horas de um dia, que é, ao mesmo tempo, 6 de abril de 1922 e 10 de abril de 2022, o garoto Osvaldo percorre 100 anos de transformações políticas, culturais e arquitetônicas de um país e uma cidade que se formam e se reformam dentro da principal avenida de São Paulo. “Avenida Paulista, 22” é um livro instigante e voltado para um público tanto jovem quanto adulto. A passagem do tempo como um furacão e as transformações decorrentes de sua passagem deixam cicatrizes na vida do jovem Osvaldo, que salta uma centena de anos na avenida Paulista, entrando no século XXI como um alienígena que acaba de pousar na Terra.

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PEÇAS TEATRAIS

QUARTO FEITO DE CINZAS

Foto por Helen Lee em Pexels.com

A peça “Quarto Feito de Cinzas” foi escrita atendendo a um convite da atriz Renata Mazzei. Ela, morando na Itália; o Anderson, no Brasil. O convite para que ele escrevesse um texto teatral para a atriz chegou por e-mail, que o autor leu em uma Quarta-Feira de Cinzas, na ressaca psicológica do carnaval recém-terminado. “Quarto Feito de Cinzas” é um monólogo no qual a personagem Renata Natali veste e se despe de uma camisa de força que somos forçados a usar pautados pelo calendário. Vivendo no Brasil, nós vestimos a fantasia da alegria em várias datas, a principal delas é o carnaval. Durante 4 dias, nós bailamos, dançamos e cantamos uma felicidade que nem sempre vem de nossas entranhas. Nossa fantasia de carnaval serve para esconder tristezas, frustrações, raivas e uma angústia que insiste em não se descolar de nossa pele bronzeada. Esta fantasia, que muitos brasileiros usam em fevereiro ou março, também serve para o italiano, um povo latino e festeiro, que sabe esconder suas aflições por baixo da celebração carnavalesca de um baile de máscaras.

TRÊS POR QUARTO

A atriz Alessandra Scaff durante ensaio da peça

“Três por Quarto” é uma peça que dialoga com “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos. Três personagens interagem no quarto de prostíbulo, no qual descarregam, através de diálogos acidamente poéticos, os dramas de uma sociedade na qual os marginalizados e a classe média choram juntos seus dramas sobre uma cama.

ELEVADOR PARA O PARAÌSO

Foto por Michael Morse em Pexels.com

“Elevador para o Paraíso” é uma peça à qual se assiste com o ouvido na música “Stairway to Heaven”, da banda de rock Led Zeppelin. Na sala de um apartamento de classe média, uma família abre a porta da casa para parentes e agregados, que, ao subirem pelo elevador, vão revelando segredos que constroem e destroem as suas relações.

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