Anderson Borges Costa, brasileiro, é autor dos romances “Rua Direita” (Chiado, 2013), “Avenida Paulista, 22″ (Giostri, 2019) e do livro de contos “O Livro que não Escrevi” (Giostri, 2016 – do qual, um dos contos foi traduzido para o inglês no Canadá), além das peças teatrais “Quarto Feito de Cinzas” (traduzida para o italiano para ser apresentada na Itália), “Elevador para o Paraíso” e “Três por Quarto”. Premiado no Prêmio Guarulhos de Literatura (categorias Livro do Ano e Escritor do Ano) e no Concurso Literário do Instituto Federal São Paulo. É coordenador do Departamento de Português da escola internacional Saint Nicholas, em São Paulo, onde também atua como professor de Português e de Literatura Brasileira. É professor de Inglês no curso Cel Lep. Formado e pós-graduado pela Universidade de São Paulo em Letras (Português, Inglês e Alemão), é crítico literário e resenhista de livros para várias revistas de arte e literatura, como a “Germina”, onde assina a coluna “Adrenalina nas Entrelinhas”. É paulistano e nasceu em 29 de janeiro de 1965. Participou do último filme da diretora Anna Muylaert, “Mãe só há uma”, fazendo uma figuração como o professor de literatura do protagonista.
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6 comentários em “A Morte de Maradona/Maradona´s Death”
Lindo poema, Dê !Um sentimento puro de um brasileiro apaixonado por um argentino, que dentro de campo sangrava por sua camisa azul e branca ! E fora dele, na maioria das vezes com o punho fechado, na direção da sua, da nossa esquerda, cada vez mais distante de seus objetivos tão fortemente sonhados de liberdade, de humanização.Só assim mesmo, com uma “partida” antecipada como esta, para relembrar do verdadeiro futebol que o mundo já nos mostrou !Bjão, amigo ! Enviado do Yahoo Mail no Android
Que coisa linda, inusitada e genial. Muitas informações escondidas em um texto muito emocionante. Não canso de ler aos amigos. Parabéns não conta tudo que deveria.
Lindo homenagem. Mexeu com meu coração…
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Lindo poema, Dê !Um sentimento puro de um brasileiro apaixonado por um argentino, que dentro de campo sangrava por sua camisa azul e branca ! E fora dele, na maioria das vezes com o punho fechado, na direção da sua, da nossa esquerda, cada vez mais distante de seus objetivos tão fortemente sonhados de liberdade, de humanização.Só assim mesmo, com uma “partida” antecipada como esta, para relembrar do verdadeiro futebol que o mundo já nos mostrou !Bjão, amigo ! Enviado do Yahoo Mail no Android
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Belo mar de palavras, meu amigo… redondo, mulher, ele/a leva a vida do mestre da bola do ponto de início ao fim-início… Parabéns!
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Pois é poeta, ele foi um mar e moto.
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Que coisa linda, inusitada e genial. Muitas informações escondidas em um texto muito emocionante. Não canso de ler aos amigos. Parabéns não conta tudo que deveria.
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Que bom, Nilton. Espero que não se canse de ler. Abração!
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